Artigos
Comentários

180px WilliamBorden - 180px WilliamBorden

William Whiting Borden já era milionário aos 21 anos e foi ordenado como missionário aos 25, no dia 9 de setembro de 1912. Muitas pessoas já foram ordenadas tão jovens quanto ele, mas, poucas iniciaram sua vida ministerial com tantos recursos financeiros como Borden, ou usaram seus bens tão generosamente para a expansão do Reino de Deus.

Filho de um magnata americano, aos 16 anos, ganhou como presente de formatura do segundo grau uma viagem turística ao redor do mundo, passando pela Ásia, África e Europa. Durante essa viagem, ele percebeu a desesperadora necessidade que as pessoas de diversas culturas sentem de Cristo e decidiu que ele faria todo o possível para que a mensagem do Evangelho chegasse até um dos povos mais difíceis de serem alcançados na época, os mulçumanos chineses.

Estudou nas Universidades de Yale (onde ganhou seu apelido, Borden de Yale) e desde cedo foi destacado entre os demais estudantes como alguém que tinha um compromisso sério com Deus. Um de seus colegas escreveu sobre ele “Ele entregou o seu coração para Deus em rendição total a Cristo… Nós, seus colegas de turma, aprendemos a espelharmos-nos nele e percebermos nele uma força que era sólida como uma rocha, como resultado de sua consagração”.

Durante seu primeiro semestre em Yale, Borden deu início a um grupo de oração e estudo bíblico matinal no campus. No final do primeiro ano, o grupo, que começou com 3 universitário, já reunia mais de 150 pessoas semanalmente. Em seu último ano em Yale, esse mesmo grupo contava com a participação de mais de 1.300 universitários.

Muitos cristãos não reconhecem as oportunidades que Deus os dá para ser sal e luz. Borden, no entanto, não era uma dessas pessoas e, embora se sentindo chamado para a China, não esperou até ser enviado para iniciar algum trabalho missionário. Ainda como universitário, ele também fundou o Yale Hope Mission, um centro de apoio para comunidade carente, órfãos e viúvas da região onde morava e que dava suporte para alcoólatras e prostitutas que desejassem se regenerar.

Questionado pelos amigos sobre sua decisão de tornar-se missionário, William escreveu duas palavras na capa de sua Bíblia “NENHUMA RESERVA”. Recebendo inúmeras propostas para trabalho, ele completou com mais duas palavras “NENHUMA DESISTÊNCIA”.

Espiritualmente precoce, ele foi um dos diretores do Instituto Bíblico Moody, do Instituto Bíblico Nacional, e da missão China ainda aos vinte e poucos anos. Cercado por líderes do movimento cristão mundial, que o influenciaram em sua visão missionária, como Samuel Zwemer, Apóstolo para os Muçulmanos, e John R. Mott, líder do Movimento Voluntário Estudantil.

Após ser aceito pela agência missionária que o enviaria a China, viajou para Cairo, no Egito, onde começou a ser instruído no estudo da língua árabe e na literatura mulçumana. Precisava desse preparo antes de iniciar seu trabalho com mulçumanos na China. No entanto, poucos meses após sua chegada ao Egito, contraiu Meningite cérebro-espinhal e veio a falecer com apenas 25 anos de idade.
A morte precoce desse jovem cristão que, sendo milionário, renunciou tudo para dar o seu melhor ao Reino de Deus, impulsionou centenas de outros jovens cristãos a ação. Um pouco antes de sua morte, Borden escreveu mais duas palavras na capa de sua Bíblia “NENHUM ARREPENDIMENTO”. Mrs. Howard Taylor escreveu a sua biografia, e esta tem inspirado o recrutamento de multidões ao serviço missionário.

Mesmo após a sua morte, seus recursos continuaram permitindo a continuidade da missão com a qual ele havia sonhado, em seu testamento, Borden deixou um milhão de dólares para a causa missionária na China. Por causa desses recursos, muitos puderam ouvir a mensagem do Evangelho e terem suas vidas transformadas por Cristo. Parte desses recursos foi usada para a construção de um hospital na China, que leva o seu nome.

Por: Cleiton Fiuza
Fontes: http://home.snu.edu/~HCULBERT/regret.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/William_Whiting_Borden

Estive pensando essa manhã!

Às vezes, é difícil entender tudo o que está envolvido na execução do Filho de Deus. É quase inexplicável o fato do Messias prometido aos judeus não ter vindo como um Rei, e sim, ter sido entregue nas mãos dos líderes desse povo para ser julgado, humilhado, torturado e por fim crucificado. Foge a razão pensar que algo assim aconteceu simplesmente por amor. Compreender o significado total do sacrifício de Cristo, da entrega em completa rendição, da ovelha sendo levada muda ao matadouro, da divina substituição e do preço dos nossos pecados, leva-nos a querer gritar o que Paulo afirmou: “o amor de Cristo nos constrange”. 2 Co 5.14.

Sim, como deveríamos sentir-nos constrangidos ao saber que UM só morreu por todos e que esse UM era exatamente o mais inocente de todos; como deveríamos sentir-nos gratos ao saber que pelo fato dEle ter morrido, todos nós morremos com Ele; e como deveríamos sentir-nos partes da Sua causa ao saber que “Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou” 2 Co 5.15.

Palavras bonitas, mas, sem sentido e quase abandonadas em nossos dias. O entendimento do sacrifício de Cristo levou Paulo a deixar de lado tudo o que estava construindo e investir os melhores anos da sua vida na causa de Jesus, a salvação de muitos outros. O mundo inteiro precisava saber que Jesus havia morrido por todos. Ao longo da história, Deus usou vários homens e mulheres que, como Paulo, entenderam que a morte de Cristo implicava em sua própria morte, foram transformados e transbordaram do poder do Espírito Santo, para anunciar as boas novas da salvação e levar essa mensagem a lugares cada vez mais distantes e inóspitos. Muitos desses enfrentaram, com ações de graça e palavras de louvor a Deus, uma morte dolorosa ou um penoso martírio por compreenderem que já não viviam mais para eles, mas para Aquele que por eles morreu e ressucitou.

Ah, como o cristianismo mudou! Como os templos encheram-se de hipócritas, revestidos de roupas santas, em nossos dias atuais. Como a causa maior da vinda de Cristo vem sendo empurrada para debaixo dos tapetes de nossas exuberantes congregações. Como as orações do povo de Deus tornam-se cada vez mais egoístas e centradas no “EU. Como estamos retrocedendo e nos tornando parecidos com os bispos e cardeais da igreja católica medieval, revestidos de falsa piedade, com palavras prontas de sabedoria e consolo, mas com o coração endurecido e longe do nosso salvador Jesus, entregues aos desejos da carne, corrompidos pelo príncipe desse século, convencidos que devemos aproveitar ESSA vida e nos preocuparmos com a eternidade só quando ela chegar. Como temos mudado nossos objetivos e investido nossas vidas, cada vez mais, em propósitos sem razão, terrenos. Como temos vivido para nós mesmos e não para Aquele que morreu e ressuscitou por nós.

Que essas palavras queimem em nossos corações, que o amor de Cristo nos constranja a vivermos alegremente por e para Aquele que enfrentou a morte em nosso lugar, para que uma nova história seja escrita em nosso meio, e que, até lá, Ele tenha misericórdia de nós…

E quanto ao namoro? Se uma amizade pode influenciar tanto a sua vida, imagine algo que vai um pouco mais além.

Romance - Romance

Viver em santidade em um namoro com outros cristãos, que por conhecerem a Deus seguem os mesmos padrões que seguimos e são direcionados pelos mesmos princípios que nos direcionam, já é algo difícil. Imagine, então, o que é viver em santidade em um relacionamento com alguém que não conhece a Deus e tem princípios e padrões muito diferentes dos nossos.

No começo, pode até parecer que “tudo está perfeito”. O romance está apenas iniciando, vocês ainda não têm intimidade física e emocional suficientes para o perigo, ele(a) quer agradar você e irá concordar com todos os limites que você impor.

Mas, com o tempo e maior intimidade, o perigo vem à superfície. Seu namorado(a) não irá mais ver tantos motivos para reter a as mãos durante um abraço, nem para não te abraçar com segundas intenções. Nessa fase, você já estará apaixonado(a) e todas as justificativas que ele usar para te convencer a avançar nos limites soarão razoáveis, porque, afinal, você confia nele(a).

Algo que temos esquecido como cristãos, em nossos dias é que “O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como um leão que ruge procurando alguém para DEVORAR” 1 Pe 5.8, e nosso adversário não irá pensar duas vezes diante de uma possibilidade de nos empurrar em um abismo. Ele quer nos destruir e, quanto mais próximos da beira do abismo andarmos, menos trabalho ele terá para concretizar esse desejo.

Quanto mais confiante você estiver para começar um namoro com um descrente, mais probabilidade terá de cair em algum momento. Não se pode confiar apenas na segurança emocional quando tratamos com áreas tão frágeis como nossos sentimentos. Uma vez apaixonado(a) e crendo que a pessoa ama você com todas as forças, você fará TUDO o que for necessário para não perder a pessoa, ou seja, chegará a beira do abismo.

A Bíblia nos orienta sobre uma questão muito importante a cerca dessa relação estreita entre nossos sentimentos e todas as outras áreas de nossa vida: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” Pv 4.23. Ela nos dá uma instrução clara para nossa proteção emocional: GUARDAR NOSSO CORAÇÃO. Algumas versões traduzem a segunda parte desse versículo com as palavras: “porque dele depende toda a sua vida”. Como é imprudente aquele que se atira as paixões, sem calcular o preço que está disposto a pagar pelo relacionamento.

O namoro é um relacionamento muito mais íntimo e profundo do que uma amizade e, como tal, requer uma entrega total do nosso coração, desde seu início, ou nunca será completo. Fico triste em saber que muitos cristãos estão entregando seus corações, irresponsavelmente, sem reservas, em relacionamentos não seguros com pessoas descrentes.

Uma vez dominado pela paixão, seu coração poderá provocar mudanças em todas as áreas de sua vida, inclusive a área espiritual. Se a pessoa que exerce influencia sobre seus sentimentos não for cristã e não tiver princípios de vida cristãos, posso dizer que você estará em sérios apuros, pois até o seu relacionamento com Deus poderá ser colocado em xeque pelo seu namorado(a) a qualquer momento.

Essas palavras podem soar como exagero, mas são inúmeros os casos desastrosos de corações despedaçados por relacionamentos irresponsáveis dentro do corpo de Cristo, principalmente envolvendo descrentes. São inúmeros os casos de pessoas que se afastaram de Deus por crerem que poderiam atrair alguém para Ele através de um namoro e entregarem-se sem reservas. São inúmeros os casos de jovens cristãos que, hoje, estão sem nenhuma esperança de casar algum dia por causa de um relacionamento emocional ruim. São inúmeros os casos de jovens cristãos viciados em sexo como resultado de um namoro imprudente.

Ofereça seu coração de forma irresponsável a um relacionamento fora dos padrões cristãos, você tem toda liberdade para fazer isso, uma vez que “todas as coisas nos são permitidas”, mas, esteja preparado(a) para lidar com todas as conseqüências que ele poderá trazer para sua vida. Esteja preparado(a), inclusive, para juntar os cacos de uma vida estraçalhada ao final desse relacionamento, sem culpar a Deus pelo que aconteceu.

“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto, que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Ou que união, do crente com o incrédulo?” 2 Co 6.14-15

carro bois 1 - carro bois 1

Esse texto refere-se a metáfora de bois e cavalos que têm de andar uma grande distância juntos, expostos as mesmas regras, carregando o mesmo fardo, porque estão PRESOS na mesma canga. A idéia é que esses dois animais, por serem diferentes em muitos aspectos, estão compartilhando PESOS e PRESSÕES desiguais.

Jugo desigual com os incrédulos, para Calvino, era nada menos que “manter comunhão com as obras infrutíferas das trevas e estender-lhes a destra de companhia”.

Isto NÃO quer dizer que os cristãos não podem manter vínculos de amizade com descrentes. O próprio Jesus afirmou que veio para os doentes, para os pecadores, e andava cercado deles. Contudo, os crentes não devem ter comunhão com SUAS OBRAS, ou seja, deixar-se ser influenciado pelas trevas do mundo (Efésios 5.11) e nem se colocar em jugo desigual, vivendo o mesmo tipo de vida que seus amigos levam.

O que faz nosso jugo desigual com os incrédulos são os princípios cristãos, reformulados por Deus em nosso interior, que regem as nossas vidas. Somos direcionados por conceitos e orientações (não simplesmente leis) que nos protegem e nos levam a uma vida segura em todos os aspectos (emocional, físico e, sobretudo, espiritual). Os descrentes, em geral, são direcionados por princípios muito diferentes dos nossos, em todas essas áreas, e crêem que eles estão no rumo certo.

Quanto maior o nível de intimidade em um relacionamento de amizade, maior o número de princípios expostos ao perigo. São os nossos amigos mais próximos os responsáveis pelas transformações no nosso comportamento depois dos 12 anos. É natural que absorvamos partes do comportamento de outras pessoas com as quais convivemos o tempo inteiro:

A – Absorvemos as gírias, o jeito de falar, de gesticular e até de agredir com palavras.
B – Absorvemos o jeito de vestir e de se pentear.
C – Absorvemos as ambições e os desejos de “status”.
D – Absorvemos, inclusive, sonhos e objetivos dessa vida (mudando nossos objetivos eternos por temporais e imediatos).

Somos influenciados na mesma proporção em que pensamos estar influenciando.

Alguns de nossos amigos descrentes são moralmente intocáveis, possuem conduta exemplar, são boas pessoas, “agem como cristãos”, aparentemente confiáveis. Por possuírem essas características, eles podem nos influenciar mais do que os tipicamente “mundanos”. Pois, o tempo inteiro, tentam nos convencer de que homossexualismo é uma escolha legítima de vida, que talvez não saibamos a verdade sobre Deus, que Jesus Cristo foi apenas um grande mestre, que Deus é tão bom que todos ganharão a vida eterna, inclusive os macumbeiros e que não precisamos perder nosso tempo compartilhando nossa fé com outros.

Parando para avaliar o quanto fomos influenciados no ÚLTIMO ano:
A – Que gírias novas você começou a usar?
B – Que roupas novas você comprou por ver seus amigos usando iguais?
C – Quantos lugares você quis ir porque a “galera” estaria lá?
D – Quantas festas você quis participar porque todo mundo estava sendo convidado ou planejando ir junto?
E – Quantas vezes você desejou que seus pais tivessem um carro diferente, ou um emprego diferente ou uma casa diferente?
F – Quantas vezes você sentiu vergonha por dizer que não teria como pagar por algo que seus amigos queriam fazer juntos?

Parando para avaliar o quanto você influenciou seus amigos no ÚLTIMO ano:
A – Quantos amigos começaram a ler a Bíblia por perceberem a importância que ela tem na sua vida?
B – Quantos amigos começaram a falar com Deus (orar) por ver o quanto isso faz diferença na sua vida?
C – Quantos amigos vieram te procurar em momentos difíceis por saber que você é cristão e que sempre tem uma palavra de incentivo e encorajamento?
D – Quantas vezes seus amigos pediram que você orasse por eles?
E – Quantos amigos perguntaram como poderiam ter um relacionamento pessoal com Deus, assim como você tem?

Depois de avaliar esses pontos, o que vocês podem dizer sobre o nível de influência presente nas amizades de vocês? Quem está influenciando mais quem afinal?

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que antes não éreis povo, mas, agora,sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.” 2 Pe 2.9-10

Quando esquecemos quem somos e quem já fomos, tornamo-nos facilmente influenciados. Nós somos NAÇÃO SANTA, RAÇA ELEITA, POVO DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA DE DEUS, com um chamado específico de PROCLAMAR AS VIRTUDES DAQUELE QUE NOS CHAMOU. E ainda assim, queremos nos igualar aos que não conhecem a Deus, que são guiados pelo príncipe desse século, pelas leis que regem o complexo compulsivo do mundo.

Em resumo, não é pecado relacionar-se com descrentes, pelo contrário é seguir o exemplo supremo de Cristo de chamar pecadores ao arrependimento. Mas, devemos ter muita cautela à medida que nos aprofundamos nesses relacionamentos e, principalmente, quando percebermos que existem outras motivações além de “buscar e salvar o perdido”, porque nossas barreiras, naturalmente, diminuem nos expondo a todo tipo de influência que a pessoa pode exercer sobre nossas vidas. Assim, poderemos acabar sendo mais influenciados do que influenciando eles.

Cristo Levantado

cm1 - cruz
“Quando Cristo for levantado, ele atrairá todos a ele”

Eu creio que esta é a chave do evangelho.

Eu tenho louvado a Deus pelas notícias que tenho recebido do mundo inteiro de pessoas que tem sido salvas pela exposição à pessoa de Cristo. Ele tem salvado de modo sobrenatural até mesmo aqueles que estão em lugares de densas trevas.

É empolgante ouvir essas coisas, mas, ao mesmo tempo, me entristeço quando contemplo os milhares que, mesmo em nossa nação, com uma igreja tão presente (?), milhares e milhares morrem na escuridão. Elas não tem nenhuma pista de quem realmente é Jesus Cristo e o que Ele fez por nós.

Nos perdemos em tantos métodos evangelísticos, tantas linhas teológicas, que muitas vezes nos vemos apanhados por um sentimento maligno de competição. No entanto, temos o mesmo Senhor. Que tal, então, se o levantássemos?

São tantas placas que carregamos que elas ofuscam Àquele que realmente tem que aparecer. E se as abaixássemos, a fim de tornar tornar bem visível CRISTO, em toda a sua magnitude, beleza e exuberância? A Bíblia garante isso: muitos serão atraídos por ele. Assim como o povo doente no deserto olhava para aquela serpente levantada em um alto mastro, assim também importa que Ele seja levantado, afim de que todos que olharem para ele sejam curados.

A glória de Cristo é tão poderosa, que quando Ele voltar nas nuvens – o que representará o ápice da manifestação da Sua glória – nenhum joelho resistirá a dobrar-se perante Sua presença e toda a língua confessará que Ele é o Senhor. Não haverá outra opção.

Que tal então, repito, levantá-lo hoje?

Cristo veio para glorificar o Pai, ao menos, então, que ele seja levantado – e, nós, diminuídos – não existe outra forma de faze-lo.

Bill Brigth costumava centralizar toda a sua mensagem evangelística na pessoa de Jesus. No início do seu ministério, ele percorria as universidades palestrando sobre a “Singularidade de Cristo”. A pessoa de Cristo era mostrada de forma tão maravilhosa que seus atributos claramente se sobressaiam sobre qualquer pessoa que já existiu. O resultado era sempre o mesmo: filas de estudantes querendo saber mais sobre Jesus, o que Ele disse acerca de si mesmo e, o mais importante, como recebe-lo como seu Salvador e Senhor.

Não existe pessoa mais comentada, mais estudada e mais admirada do que Jesus. No entanto, até mesmo Paulo, que o conhecia de modo tão tremendo, disse que todas as outras coisas poderiam ser consideradas como esterco perto da maravilhosa possibilidade de conhecer a cada dia mais e mais Cristo. Disse também que “nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento”, que “nele foram criadas todas as coisas”, que “Ele é a imagem do Deus invisível”, que “é antes de todas as coisas e nele tudo subsiste”, que nele habita “toda a plenitude”, pois foi do agrado de Deus que “por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas”.

O Jovem Rico - Uma história tão atual que nos constrage.

Passei algum tempo, recentemente, pensando nessa história descrita em Mateus 19.16-30. Sabendo que milhares de pessoas, de todas as classes sociais, encontraram-se com Jesus e que, muitas delas, ouviram ensinamentos que transformaram suas vidas, tentei entender o porquê de Marcos e Mateus terem escolhido esse rápido diálogo entre Jesus e um “jovem rico” para ser citado nos Evangelhos que escreviam.

Já Li tantas vezes esse texto que, às vezes, penso tratar-se de mais uma das parábolas narradas por Jesus. No entanto, sei que esse rapaz era uma pessoa real e que era dono de muitas propriedades, ou seja, um rico dentro do contexto rural de Israel (vs.22). Podendo-se deduzir ainda que, pela posição social que sua família deveria ocupar naquela região, era uma pessoa conhecida por Jesus e pelos discípulos.

Ao abordar Jesus, sua pergunta foi tão simples e direta quanto a que muitas pessoas, ao redor do mundo, continuam a fazer até hoje: “Que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna?”. Esse tipo de interpelação revela a sua crença sobre a importância das obras para a salvação de nossas almas. Talvez o rapaz esperasse ouvir algumas direções claras como: ajude mais aos necessitados, aumente suas ofertas para o templo, construa um altar em uma de suas propriedades etc. Entretanto, nada de novo lhe é anunciado por Jesus, que apenas enfantiza o básico, dizendo “guarde os mandamentos”.

Parafraseando e contextualizando a replica do jovem ao ouvir isso, seria como um “Bom, isso eu já faço. Mas, creio que ainda não é o suficiente… preciso receber uma direção mais específica, que me falta ainda fazer para ganhar a vida eterna?”(vs.20). Assim, entramos no ponto, que considero o mais alto dessa conversa, quando Jesus inicia a frase dizendo “se queres ser perfeito”. A resposta a primeira pergunta já havia sido dada por Ele. Estava claro que a salvação não era pelas obras, mas, sim, pela graça de Deus. Nós nada podemos fazer para alcançá-la além de nos rendermos completamente a Ele e estarmos dispostos a serví-lO.

“Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me”. Pela reação do jovem rico, vemos que essa não era a resposta que ele pretendia ouvir. Note que Jesus não fala se queres ser “salvo”, Ele usa o termo “ser perfeito”, mais uma vez, desligando a realização de boas obras da conquista da vida eterna. Sendo quem é, Jesus conhecia as intenções no coração daquele rapaz e quis que ele soubesse o quanto suas motivações ainda estavam fora de Deus. A tarefa de renunciar a tudo o que possuia serviu para mostrar-lhe, claramente, que o amor que dedicava aos seus bens ultrapassava o que pretendia dedicar a Deus.

Ouvindo as palavras do Mestre, reconheceu sua incapacidade de rendição e perdeu todos os argumentos, retirando-se triste, provavelmente, por compreender a dura lição que Jesus acabara de lhe ensinar. Vender os bens e repartir o dinheiro com os pobres não era a questão principal, a sua disposição em abrir mão dos seus objetivos temporais para abraçar os eternos é que estava em jogo. Aquele jovem, como muitos cristãos modernos, estava tão preso ao seu sistema de valores, que afastou-se de Jesus mesmo ouvindo a promessa de que poderia obter um verdadeiro “tesouro no céu” . Abrir mão dos seus sonhos, posição social, segurança financeira, conforto e respeito na comunidade era um tópico que não estava aberto a negociação, tratava-se de um preço muito alto que ele não estava disposto a pagar.

Creio que uma das primeiras atitudes que temos ao ler esse texto é a de criticar esse rapaz pelo seu aparente apego aos bens materiais. Depois, com o passar do tempo e amadurecimento da nossa fé, passamos a sentir compaixão pela sua incapacidade de renunciar algo que considerava precioso para obedecer uma direção do próprio Jesus… Até que chega o momento em que entendemos que nós temos muito em comum com esse jovem! Agindo da mesma forma que ele, começamos a dizer não a todos os convites de Jesus que envolvam o sacrifíco de algo que amamos.

Como aquele jovem, muitos cristãos modernos têm procurado um conjunto de regras ou rituais que possam conduzí-los a vida eterna. Tentando, inutilmente, alcançar a salvação por seus próprios méritos, esforços e até por seu sistema de crenças, incluindo as “evangélicas”, esforçam-se em demonstrar para o mundo o quanto amam a Deus, à medida que afastam o próprio Cristo do centro de suas vidas.

Voltando ao texto, ao terminar a conversa sobre o jovem rico, Pedro perguntou a Jesus: “E quanto a nós, que tudo deixamos para te seguir, o que acontecerá?”… em outras palavras, “e quanto a nós, que nos rendemos totalmente, abrimos mão de tudo e fizemos o que esse rapaz não estava preparado para fazer. O que acontecerá conosco?” A reposta de Jesus a essa pergunta foi algo tão profundo e direto que não tenho mais nada para acrescentar: “… Todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna” (Mt 19.29)

É triste a realidade de que muitos cristãos têm dito não ao chamado de Jesus para abandonarem seus objetivos temporários e investirem suas vidas, dons e talentos em propósitos eternos ao Seu lado. Entretanto, louvo a Deus pelas centenas de vidas que aceitaram esse convite e deixaram uma marca profunda e eterna por onde passaram, permitindo que as boas novas da salvação em Cristo atravessassem dois mil anos de história e chegassem até nós.

Homens e mulheres, que caminharam na contra-mão do jovem rico por entenderam o que realmente significa renunciar para render-se totalmente a Deus. Esses cristãos subiram ao patamar dos conhecidos “homens do qual o mundo não era digno” (Hb 11.38)… a promessa feita aos discípulos de que “todo aquele que tiver deixado…receberá cem vezes mais e herdará a vida eterna” continua viva e cumprindo-se fielmente em nossos dias.

Por isso, penso que não existe nenhuma forma melhor de concluir esse texto do que afirmando que nada nessa vida se compara ao estado espiritual de completa rendição a Deus. Nenhuma alegria gerada por uma realização pessoal, fortuna, viagem, descoberta ou feito histórico pode ser comparada a satisfação espiritual que é gerada quando nos encontramos completamente rendidos a Vontade de Deus, experimentando a Sua soberana atuação em e através de nossas vidas.

Um anjo em minha vida

Minha fé sempre teve um componente racional muito forte. Em meu relacionamento com Deus nunca busquei experiências emocionais. Mas isso não significa que eu desacredite do poder de Deus e da Sua capacidade de intervir sobrenaturalmente na história da humanidade e particularmente na vida de cada pessoa, na minha vida. O fato é que, conquanto não busque a superficialidade de um relacionamento baseado simplesmente em emoção, transes e até histerias, também nunca abri mão de ver, sentir, provar, experimentar o caráter extraordinário de Deus. Sempre soube que Ele é muito maior do que tudo o que eu posso pensar acerca Dele.

Uma coisa que sempre entendi é que os milagres de Deus não são apenas aqueles de maior repercussão. Muitas vezes Deus tem se revelado na simplicidade e em atos que nos passam desapercebidos a cada dia. Foi isso que o o profeta também entendeu e por isso afirmou que “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Novas são a cada manhã. Grande é a Sua fidelidade.” (Lm 3.22-23)

Há alguns dias eu provei a misericórdia do Senhor se renovando e me livrando do risco da morte. Passo a relatar o livramento que não apenas soube, mas que eu mesma experimentei.

Acordei na casa dos meus pais em Campo Grande e precisava ir para uma reunião de oração com os obreiros em Niterói. Já em cima da hora de sair procurei os documentos do carro e não achei de jeito nenhum. Liguei pra uma amiga que tinha visitado na noite anterior para ver se tinha deixado na casa dela, nada.

Peguei o recibo de compra e venda do carro (dut-recibo) e saí com ele. Mas a esta altura já estava atrasada. Quem conhece a Av. Brasil sabe que na altura de Realengo tem um viaduto. Iniciei a subida do mesmo e logo o trânsito começou a ficar lento. Para quem estava atrasada aquilo era mais uma chateação. Do alto do viaduto entendi o motivo da retenção porque vi, adiante de mim uns 50 metros, duas carretas e três carros de passeio atravessados na pista. Reduzi a marcha e passei ziguezagueando entre os carros batidos. As pessoas estavam sendo socorridas por outros motoristas, fiz menção de parar, mas já tinha muita gente e logo vi o Corpo de Bombeiros chegando.

Continuei apre

Estava fazendo algumas pesquisas na internet sobre o que os Universitários pensam a respeito de Deus, cristianismo, fé e igrejas cristãs em nossos dias e deparei-me com um inusitado blog de um estudante (a essa altura, creio que deva estar formado) da UFBA.

Ele relata no blog:

“Perguntinha:
-Onde está a maior quantidade de seres estranhos por metro quadrado?
Respostinha:
-Na Universidade.

Explico.
Agorinha mesmo passaram por aqui, duas figuras raras. Uma (que queria ser) loira e uma morena. Queriam dar uma “palavrinha” (aspas em negrito) comigo. Sabe aquele papo de Testemunha de Jeová que chega em sua casa nos momentos mais inoportunos? Pois é.

Elas queriam conversar a respeito de um tal “Movimento Estudantil Alfa e Ômega”. Graças a Jah Rastafari, eu já estava vacinado e já sabia do que se tratava porque senão, devido à minha curiosidade, eu teria que ouvir horas de evangelização pra saber o que era aquilo.

Em resumo. Trata-se de uma pseudo-corrente cristã do Movimento Estudantil que agora desembarca na Baía de Todos os Santos. Criada nos EUA (longos tentáculos imperialistas), ela pretende congregar, no seio do M.E., aqueles jovens (no caso das duas figuras, elas já foram jovens num passado remoto) que professam a fé cristã. Tudo bem. É válido. Mas eu não tenho saco.

A primeira coisa que passou pela minha cabeça quando ela perguntou se poderia falar sobre o tal do “M.E. Alfa e Ômega” foi desancar a falar sobre o materalismo, desconstruindo qualquer tipo de idealismo. Mas deixei pra lá. Eu discuto ciência. Fé não.

As figuras (provavelmente cariocas, pelo sotaque) viram que eu não estava muito a fim (apesar da máscara de bom moço educado) e se foram.

Agora, só falta imaginar na próxima eleição ou manifestação estudantil, a militância do Alfa e Ômega fazendo panfletagem com a bíblia embaixo do braço e lançando chapa em culto em praça pública.

Como dizem, o movimento estudantil é plural. Pluralíssimo.”

Esse trecho do blog data de 16 de janeiro de 2004… ocasião em que estivemos em Salvador, pela primeira vez, realizando um Projeto Missionário de 4 semanas na UFBA.

Com a curiosidade aflorada por essa leitura, continuei vasculhando seus escritos (ler, para mim, nunca foi um grande desafio) e encontrei algo que ele postou 13 dias após esse encontro com as jovens do Movimento Alfa e Ômega:

“Atravessando a rua, passo a mão pelos cabelos molhados. Lá vem um carro. E se eu fosse atropelado? Seria melhor, porque a dor física superaria a dor que sinto dentro de minha alma (?) agora. Prefiro a costela fraturada ao coração em frangalhos… Sozinho na multidão, desconhecia o propósito, o objetivo, o desiderato, a razão, a causa…”

Fiquei pensando sobre como esse rapaz é um belo exemplo da nossa realidade universitária… cercados pela ciência, eles recusam-se a debater sobre fé. Cercados pela dor, eles assumem que algo dentro deles é mais frágil do que pensam e até questionam-se sobre a existência de uma alma.

Talvez uma leitura isolada da postagem do dia 16 torne-se um espinho desmotivador para nós que, diariamente, teimamos em abordar pessoas em nossas Faculdades para falar-lhes de algo que, aparentemente, não lhes interessa nem um pouco. Entretanto, analisando cuidadosamente o segundo texto, vemos como esses universitários são por dentro, iguais a qualquer outro ser humano: cheios de dúvidas, de medos, de incertezas, especialmente sobre sua vida espiritual.

Diariamente e de forma contínua, eles ouvem sobre a inexistência de um Deus e sobre a ineficácia da fé cristã. Suas convicções são colocadas em “xeque” dentro do campo intelectual, onde qualquer manifestação de espiritualiade é observada com desprezo. Esses 4 milhões de jovens, espalhados em milhares de campi ao redor do nosso país, também precisam ouvir várias vezes, e de fontes confiáveis, acerca do amor e do perdão de Deus para que, então, possam experimentá-los em suas vidas.

Não sei como está a vida daquele rapaz hoje, mas sei que em um dia da sua história, Deus enviou duas cariocas, que O amam e que dedicaram suas férias para serví-lO em uma outra cidade, para falar-lhe a respeito da salvação em Jesus Cristo. Provavelmente, por não conhecer o suficiente sobre aquelas jovens (nem sobre o Movimento Alfa e Ômega) para dar-lhes algum crédito, ele recusou-se a ouví-las, mesmo tendo um emaranhado de perguntas sem respostas a respetio de sua vida espiritual arraigadas ao seu coração.

Como somos seres humanos, temos direito a escolhas… e, por motivos pessoais, ele escolheu não ouvir. Entretanto, entendo que o impacto do encontro com essas duas cristãs, dispostas a testemunhar sobre sua fé em pleno campus Universitário, foi marcante para sua vida. Tanto que mereceu uma citação especial em seu blog. Entendo também que esse encontro levou-o a pensar em Deus, nem que só por um breve momento.

Precisamos URGENTEMENTE de Movimentos Espirituais em todas as partes, para que cada universitário POSSA TER a oportunidade de conhecer BEM alguém que verdadeiramente segue a Cristo.

Ordenar os POSTS por CATEGORIA e SUBCATEGORIA

Olá Pessoal

Ao escrever seu post no painel de controle, vc tem a opção de ordenar por CATEGORIA.
Para isso, veja no menu lateral direito (vc precisa estar logado!) no campo CATEGORIA. Ai, vc seleciona onde deseja que seu post seja ordenado.

Por exemplo:
- estou enviando para o blog a minha carta de oração.
Então, selecione CARTAS DE ORACAO/Alberto e ERica Malta. Se o seu nome não aparece, vc pode selecionar apenas CARTAS DE ORACAO e no campo ADICIONAR, escrever: Fulano e Beltrano

Assim, o post vai ficar ordenado sob a categoria escolhida.

Outro exemplo:
-estou escrevendo um testemunho.
Então, eu seleciono MISSIONARIOS/ALBERTO MALTA

Outro exemplo:
- estou fazendo um pedido de oração para a USP.
Então, eu seleciono PEDIDOS DE ORACAO e crio em ADICIONAR a subcategoria USP (que nao existe)

UGA

Conectando-se, Agosto 2008

Tantas coisas aconteceram nestes últimos 2 meses! Vimos Deus agir de forma graciosa e poderosa em cada momento da nossa vida e dos nossos estudantes. Várias coisas aconteceram (o Congresso Estudantil no RJ, o Congresso CM2007 na Coréia, minha ida para o Haggai em Cingapura, formação de um Pequeno Grupo da nossa igreja de novos convertidos) e nas próximas linhas vou tentar resumir o nosso motivo de alegria e louvor!

Congresso Estudantil Alfa e Ômega, Rio de Janeiro, Brasil
O Congresso Estudantil foi uma benção. Eu e Érica demos uma oficina de Evangelismo e treinamos dezenas de estudantes. O tema foi Amor que Alcança e aconteceu simultaneamente no Rio e em Fortaleza. Leia mais no jornalzinho em anexo!

Haggai, Cingapura
Participar do Haggai foi um presente de Deus e uma experiência maravilhosa. Creio que foi um grande investimento na minha vida ministerial e familiar. O que mais me marcou lá foi o convívio transcultural com outros 58 líderes e profissionais de 25 países. As conversas, as brincadeiras, os treinamentos, as orações, os passeios foram marcantes. Como missionário da Cruzada, eu já tinha tido a oportunidade de receber entre 60 a 70% do treinamento que foi dado no Haggai. Mas revê-los, foi aprender de novo e renovar da visão de evangelização do mundo. Quando tiver um tempinho, visite meu blog e sinta o que vivi: www.albertonohaggai.blogspot.com

CM2007, Busan, Coréia do Sul
Graças a Deus, todos os 4 estudantes de SP que desafiamos para ir ao CM2007, conseguiram levantar todos os recursos para ir à Coréia com a ajuda da bolsa de 50% que receberam do nosso escritório continental. O CM2007 foi um marco na história do Movimento Estudantil da Cruzada no mundo! O objetivo foi alcançado e como fruto deste congresso, 16 mil estudantes foram desafiados para ajudar a levar a mensagem de salvação para as 8 mil universidades mais estratégicas do mundo. Para mais detalhes sobre o congresso, visite www.CM2007.net. Assista também aos vídeos que o Renan publicou no site www.youtube.com. Digite RENITOOW em seach (buscar) e você verá os links dos vídeos CAMPUS MISSION 2007-COMO FOI? disponíveis!

Pequeno Grupo, São Paulo
Estamos em processo de assumir o pastoreio de um Pequeno Grupo de adultos com filhos num bairro nobre da zona oeste de São Paulo. O grupo acabou de ser formado e chegamos na terceira reunião que acontece quinzenalmente. É composto por 20% de novos convertidos e o restante de não cristãos (por enquanto, sabe!). Estamos muito entusiasmados por ver Deus agindo naquelas vidas sedentas por Ele mesmo e pela oportunidade de alcançar pessoas da classe média-alta que não poderíamos alcançar através de outras estratégias e que nunca pisaram numa igreja simplesmente por um convite.

Por último, nossa família vai bem, obrigado! Tirando a virose que toda a família pegou nestes dias…! Fora isso, Rebeca e Débora estão crescendo com muita saúde. Na escola, estão indo bem. Como é gostoso acompanhar o progresso no aprendizado delas! A Rebeca está na 1a. série e a Débora no maternal. Obrigado por fazer parte de nossa vida e ministério através de suas orações e ofertas.
Em Cristo Jesus, Alberto, Érica, Rebeca e Débora

- Próxima Página »